sexta-feira, 24 de outubro de 2014







Estacionar no estacionamento NÃO!

Saí de casa para ir até o "Poupa tempo", afinal, poupar tempo parece mesmo ser uma boa coisa e é o que eu gostaria de fazer nesta quinta feira.
Primeira coisa terrível que encontrei foi a falta de lugar para estacionar pelas ruas adjacentes ao tal "Poupa tempo". Rodei bastante e parecia não ter mesmo um só lugar para estacionar nem que fosse pelo menos a uns 4 ou 5 quarteirões dali. Ufa! Lá se foi meu tempo mal poupado.
Em uma das voltas que dei percebi um lugar ao lado da rodoviária, que também é ao lado do "Poupa tempo", um estacionamento cercado. Havia uma placa dizendo que era o estacionamento do "Terminal rodoviário" e, como podemos ver nas fotos acima e abaixo, cheio de espaços vazios onde poderia estacionar. Bela iniciativa da Prefeitura, e o que é melhor, nem precisa pagar.
Como havia muitos lugares vazios, entrei e estacionei meu Paliozinho lá. Quando ia saindo ouvi um grito: "Ei, ei, ei". Olhei e um senhor com uns papéis na mão gritou de longe. "O senhor vai na rodoviária?", ao que eu respondi: "Não, vou no Poupa tempo".
O homem rudemente gritou "Então não pode estacionar aí. Só quem vai na rodoviária." Olhei a volta e havia tantos lugares vazios que então tive uma ideia. "Então tá bom, eu vou na rodoviária e depois eu vou no Poupa tempo.
Acreditei eu que estava resolvido. Que bobagem, o rapaz gritou já enfurecido. "Espera aí que eu vou te dar um papelzinho e você tem que mandar carimbar lá na rodoviária para que eu possa saber que você foi mesmo lá."
Me senti o último dos cidadãos rejeitados na minha cidade. Pensei bem... falei: "Desculpe, vou tirar o meu carro daqui, não quero atrapalhar o seu trabalho.
O sujeito sentou-se e ficou mais tranquilo e eu recomecei minha procura de "um lugar para estacionar meu paliozinho e ir no "Poupa tempo". Ufa!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

 Garantias de um preterido com MOTO G

Meu "Moto G" é um celular muito bom. Estou muito satisfeito com ele. Para mim é uma ferramenta de trabalho que tem me ajudado muito na área profissional.
Neste dia de 23 de outubro de 2014 aconteceu um imprevisto. O Moto G apagou.
Ele esquentou e logo depois não ligou mais. Não acendia a tela não dava nenhum sintoma. Apenas apagou de vez.
Triste por ter que "perder tempo" em procurar alguma maneira de consertá-lo fui ao centro da cidade. Juntei a nota fiscal que me dá direito de reclamar a "garantia", pois são só 5 meses o tempo que comprei.
A pessoa que me atendeu na loja disse que a Assistência técnica era bem ali perto. Era só levar o celular lá com as notas.
Cheguei lá uma garota me atendeu e quando expliquei ela me perguntou. "O senhor trouxe o carregador?, pois a Motorola só aceita dar assistência ao celular que vem com o carregador.", eu repliquei que nem sabia onde estava, mas que precisava que eles me dessem uma olhadela, afinal poderia ser alguma coisa bem simples, um travamento talvez.
Ela apenas olhou para mim e disse " Mas senhor trouxe o carregador?, pois a Motorola só aceita dar assistência ao celular que vem com o carregador."
Voltei a dizer que não, mas tentei argumentar pedindo uma pequena olhada, afinal eu precisava muito do celular. Ela olhou de novo pra mim e disse: " Mas senhor trouxe o carregador?, pois a Motorola só aceita dar assistência ao celular que vem com o carregador.", e ainda arrematou "o celular ficará aqui por 30 dias..."
O quê 30 dias, mas eu preciso dele pra hoje...! Ela repetiu: " Mas senhor trouxe o carregador?, pois a Motorola só aceita dar assistência ao celular que vem com o carregador.", e o celular ficará aqui por 30 dias..."
Olhei pra ela e disse assim pra ela: Nhém, nhém, nhém... você só sabe falar isso? Você é uma pessoa ou uma máquina? Você só repete as coisas como uma máquina...  "mas o senhor trouxe..."
AAAAiiii.... fui saindo.
Um quarteirão depois dali, parei em uma assistência técnica e perguntei o que poderia ser aquele problema do celular. O rapaz disse: Deve ser um travamento da bateria, é só destravar, isso em 45 minutos eu faço pra você por 30 reais...
45 minutos depois e 30 reais a menos ALELUIA, ALELUIA...
Não é fácil ser um "preterido nesta sociedade doente".